Victor Tavares
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VARIEDADES IV



Shorthand: the sole handwriting that can keep up with thought.

  1. Observação final de livro do século X, sobre Alexandre, o Grande, escrita em latim
    e em Notas Tironianas.

  2. O famoso DIÁRIO DE SAMUEL PEPYS - 64 volumes escritos em taquigrafia.
  3. Hino Nacional (primeira estrofe) taquigrafada em vários métodos de taquigrafia.
  4. Palavras, expressões e frases que merecem um taquigrama.
  5. Palavras e termos jurídicos que merecem um taquigrama.
  6. Fábulas de Esopo em taquigrafia (método Maron).
  7. Thomas Gurney, primeiro taquígrafo parlamentar e judiciário dos "Tempos Modernos".

  1.

Latim e Notas Tironianas
Clique na foto para ampliar.

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2. O diário pessoal (íntimo) surgiu no século XVII e foi todo escrito em taquigrafia, entre 1660 e 1669, pelo escritor inglês Samuel Pepys (pronunciado "pips"). Samuel Pepys
Os 64 volumes do diário, no entanto, só foram publicados no século XIX, em 1825.
Após a sua morte, os Diários e o restante de seus livros foram transferidos para Cambridge. Pepys havia estudado no Magdalen College, em Cambridge. Os Diários ficaram sem serem lidos até 1819. Com o sucesso comercial dos diários de John Evelyn (1641-1706), teve início a tentativa de tradução dos Diários de Pepys. Após três anos de trabalho de tradução, uma versão resumida foi publicada em 1825. Uma nova edição, desta vez com a chave para decifração deixada pelo próprio Pepys, foi produzida em 1875-79. E uma versão definitiva foi publicada por Latham and Matthews entre 1970-83.
Os Diários de Samuel Pepys representam um documento histórico inestimável. Para os historiadores, eles oferecem uma visão sem igual da vida, das tendências e dos pensamentos existentes na Londres do século XVII . Oferecem uma narrativa testemunhal detalhada e fascinante do Grande Incêndio de Londres e da Peste Bubônica. Além de registros de caráter pessoal e confissões, contou em detalhes a vida londrina da época, incluindo as intrigas da Corte.
                                             
                                                       O Grande Incêndio de Londres (1666)
Pepys era confidente do Rei Carlos II. Deve ter sido um taquígrafo fluente, pois, como ele mesmo conta, taquigrafou a narrativa feita pelo próprio Rei Carlos II da sua fuga de Worcester.
O interessante é que quando tentaram transcrever os Diários em 1819, não se deram conta de que estavam escritos em taquigrafia, e pensavam tratar-se de algum código secreto. E mais interessante ainda é que o próprio Samuel Pepys havia deixado entre seus papéis a chave para a decifração da sua taquigrafia. Na realidade, tratava-se do sistema de taquigrafia muito conhecido na época, o sistema de Thomas Shelton (sistema usado por Isaac Newton em suas anotações). Pepys havia introduzido variações pessoais no sistema.

                         

         Thomas Shelton(1610-1659)                       Sistema taquigráfico de Thomas Shelton                        


Trecho da última página dos Diários de Samuel Pepys,
taquigrafada em maio de 1669.


 
3. O Hino Nacional Brasileiro taquigrafado em vários métodos de taquigrafia.
 


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Método Taylor (taquigrafado por Marcelo Ramos, taquígrafo da ALERJ) Método Maron (taquigrafado por Waldir Cury, taquígrafo aposentado da ALERJ e professor de taquigrafia)
Taylor
Maron
Método Martí (taquigrafado por Balbina, taquígrafa da ALERJ)
Método Estenital (taquigrafado por Carolina Pinto da Silva)
Martí
Método Estenital - taquigrafado por Carolina Pinto da Silva
Método Pitman (taquigrafado por Clarisa Cozzolino, taquígrafa da ALERJ)
Método Paulo Gonçalves (taquigrafado por Elza, taquígrafa da ALERJ)
Pitman
Paulo Gonçalves
Método Gregg (taquigrafado por Nádia, taquígrafa da ALERJ)
Método Martí - versão prof. Adhemar Ferreira Lima (taquigrafado por Adriana Fonseca, taquígrafa da ALERJ)
Gregg
Martí/prof. Adhemar

Método Leite Alves (taquigrafado pela professora Chrystianne, da Taquibrás)

Método Arlindo Lima (taquigrafado por Niciene Nascimento - taquígrafa do Tribunal de Justiça de Pernambuco
Leite_Alves_taquigrafado pelo Paulo Xavier.
método Arlindo Lima
Método Nélson de Oliveira (taquigrafado por Marta Brasil) Método Estenital (taquigrafado por Corina Machado - taquígrafa do Piauí)
método Nélson de Oliveira
Método Estenital
   

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4. Há palavras, expressões e frases que são muito usadas na vida diária de um taquígrafo. Por isso elas merecem um taquigrama, ou seja, um sinal especial que represente uma economia gráfica. Veja na lista tais palavras, e se você já é um taquígrafo experiente ou já tem um conhecimento grande do seu método, poderá criar um taquigrama (sinal convencional) para essas palavras. Isso resultará por certo numa maior economia gráfica e, como conseqüência, em maior fluidez na escrita, em maior velocidade. Clique e veja a LISTA DE PALAVRAS QUE MERECEM UM TAQUIGRAMA!.

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5. Há palavras, expressões e frases que são muito usadas na vida diária de um taquígrafo que trabalha na área jurídica. Por isso elas merecem um taquigrama, ou seja, um sinal especial que represente uma economia gráfica. Veja na lista tais palavras, e se você já é um taquígrafo experiente ou já tem um conhecimento grande do seu método, poderá criar um taquigrama (sinal convencional) para essas palavras. Isso resultará por certo numa maior economia gráfica e, como conseqüência, em maior fluidez na escrita, em maior velocidade. Clique e veja a LISTA DE PALAVRAS E TERMOS JURÍDICOS QUE MERECEM UM TAQUIGRAMA!.


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Taquigrafadas pelo Prof. Waldir Cury

Esopo nasceu na Grécia, no século VI a.C. Ficaram famosas as suas fábulas, que contam histórias simples e divertidas, usando animais como personagens. Suas fábulas sempre terminam com uma moral, defendendo um princípio, uma virtude, um conjunto de valores.

1) A Lebre e a Tartaruga
texto (grafia comum).
2) O Sapo e o Boi
texto (grafia comum).
3) O Lobo e a Cegonha
texto (grafia comum).
4) A Reunião Geral dos Ratos
texto (grafia comum).
5) O Leão Apaixonado
texto (grafia comum).
6) A Queixa do Pavão
texto (grafia comum).
7) O Galo e a Raposa
texto (grafia comum).
8) O Urso e as Abelhas
texto (grafia comum).
9) A Gralha Vaidosa
texto (grafia comum).
10) O Vento e o Sol
texto (grafia comum).
11) O Leão e as Outras Feras
texto (grafia comum).
12) O Homem e Suas Duas Mulheres
texto (grafia comum).
13) O Ratinho da Cidade e o Ratinho do Campo
texto (grafia comum).
14) A Raposa e a Cegonha
texto (grafia comum).
15) O Leão e o Ratinho
texto (grafia comum).
16) A Cigarra e as Formigas
texto (grafia comum).
17) O Parto da Montanha
texto (grafia comum).
18) A Raposa e o Leão
texto (grafia comum).
19) O Gato e o Galo
texto (grafia comum).
20) O Cachorro na Manjedoura
texto (grafia comum).
21) A Raposa e o Corvo
texto (grafia comum).
22) O Burro que vestiu a pele de um Leão
texto (grafia comum).
(Os textos desta compilação foram extraídos do livro FÁBULAS DE ESOPO, de Russel Ash e Bernard Higton. Tradução de Heloisa Jahn, editado pela Companhia das Letrinhas.)




 

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